Do que restou de você, eu fiquei com o que me pertencia
Seu amor com juras eternas
Seu sorriso de menino sonhador
Suas lágrimas de desespero
E tudo o que foi o nosso amor
Nos segredos da Lua, eu te busco
No que sonho acordada não te encontro
No caminho escuro, tenho medo
E no estar sozinha, sou tristeza
Sou vazio e mistério
Sou flor sem perfume
Sou céu sem Luar
E o que restou de mim?
Só o medo de amar
Silvana Hennicka!!
Que poema mais lindo!
ResponderExcluirVocê expressou de uma forma tão bonita esta perda que não fiquei triste porque percebi que quem perdeu não foi você!!
Parabéns!! Estarei sempre dando uma passadinha.
Beijos
Penso que não o perdi, pois descobri que ele nunca me pertenceu e parte da minha angústia é por ter medo de me entregar novamente a alguém.
ResponderExcluirUm beijo e seja bem vinda!!
Realmente com o tempo e claro com a dor passamos a ter essa consciência de que "ninguém é de ninguém" e não digo que deve ter medo de se entregar novamente à alguem, acho que não devemos pensar assim, mas acho que "deve" se entregar ao amor, isso sim vale a pena!
ResponderExcluirContinuarei te acompanhando e assim vamos nos conhecendo.
Fica com Deus!
Beijos